O tempo que se esperava. A onda branca da manhã, os momentos suspensos, o nariz que olha para o cume das árvores. Pés descalços, o corpo que escorrega no algodão ligeiro, abandonado nas horas longas que deslizam até à noite escura. Sorrimos na suavidade do crepúsculo. Abrimos as janelas adormecidas depois da chuva e bebemos a luz e os segundos que passam.
Ciclo sem fim. Ampulheta virada. Imensidão.