Ser mulher e fugir da luta. Porque viver é uma luta. Ser. Carne viva, pele esfomeada e honrar todos os papéis. Há o vento e o absoluto. Abrir as gaiolas construídas, hesitar entre escrever e desistir. A tentação e a dúvida sempre. Não há uma escolha certa e no entanto é nas horas azuis e nas noites cheias da lua que penso em fugir. Como se fugir fosse fácil. Deixar a borda do rio e construir outra vida, longe. e talvez encontrar um novo sentido. O que tanto nos prende ao chão?