A chuva que bate na janela, ao cair da tarde, como uma música sem notas.
O roçar do lençol de algodão sobre a pele lisa e a coxa que desliza.
A carne estremece.
O óleo na mão, e o deslizar dos rins até às coxas, como uma música húmida.
Os dedos junto do caminho delicado, como os pés no rio gelado, ou o duche quente da manhã.
Café que queima.
A respiração suspensa no prazer explosivo.
O corpo sorri.
E depois o silêncio.
O silêncio que eu amo.
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